Brincando fora de casa…

Qualquer brincadeira faz bem, sempre. Mas estar ao ar livre traz para as crianças experiências bem diferentes daquelas encontradas em casa. Eles ficam expostos a uma quantidade muito maior de estímulos importantes para o desenvolvimento neurológico, psicológico e motor. São coisas que eles não conhecem, pessoas diferentes, situações mais imprevisíveis e interessantes. 
Estar em ambientes externos é fundamental para a criança desenvolver noções de tempo, espaço e se relacionar melhor com o peso e a força do próprio corpo. Ela pode correr, pular, coisas que não são possíveis dentro das casas e apartamentos cada vez menores de hoje. Continue lendo

Doce infância !!!!

Você já prestou atenção nos olhinhos de uma criança vendo uma bolinha de sabão se formar? E quando ela estoura, então? É única a expressão em seus rostinhos. Brincar de esconde-esconde pela casa, que delícia quando são encontrados. Creio que existem várias maneiras de se olhar o mundo, mas esse olhar da infância é sem dúvida especial. Sempre que der, que seja trinta minutinhos do dia, temos que nos dar esses momentos com nossos filhos … Temos que ir bem la no fundinho de nosso interior buscando a criança que esta dentro de nós. Eles precisam e merecem, e nós também …

Ciúmes do irmão mais novo…

Até outro dia, ele era o rei da casa: não precisava dividir o quarto, os brinquedos ou o tempo dos pais com ninguém. Com a chegada do irmãozinho, porém, o mais velho é destronado e perde um pouco a posição especial. O ciúme do irmão mais novo pode acontecer em todos as idades, mas quando a criança tem de 2 a 3 anos, pode ser ainda mais complicado: o mundo dela ainda gira bastante em torno dos pais. É comum que se torne insegura, manhosa. Pode até acontecer de ela voltar a querer a mamadeira ou a fazer xixi na cama, como um bebê. Se o problema é disputar atenção, como lidar com o ciúme? O essencial é mostrar para a criança que ela continua importante. O trabalho pode começar antes mesmo de o irmão nascer. Peça ajuda para escolher o enxoval, os brinquedos novos, incentive a criança a conversar com a barriga. Com o bebê já nascido, tente reservar uma parte do dia para o mais velho. Faça as coisas de que ele gosta, brinque, converse, veja o que ele está achando de tudo aquilo. Se puder, saia com ele um pouco. Peça ajuda para cuidar do recém-nascido também: assim, a criança se sente parte da história. Uma história que está apenas começando e que tem tudo pra ser linda e cheia de cumplicidade…

Convivência entre irmãos …

Os pais tentam dar bons exemplos para garantir que seus filhos sejam adultos educados e felizes. Também se preocupam com as interferências de fora da família, como o que as crianças aprendem na escola e com os amigos. Um novo estudo reforça, porém, algo que eles já suspeitavam: a influência dos irmãos é tão importante quanto a dos pais.

Por conviver nos mesmos ambientes, os irmãos acabam influenciando em situações do dia a dia, dizem os pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, que realizou o estudo. Enquanto os pais transmitem os valores, é com o irmão que uma criança tem mais chances de aprender, por exemplo, a ser mais popular na escola. Outra característica relevante é a idade. Caçula, irmão do meio ou primogênito, tanto faz: todos aprendem uns com os outros. O único problema é que a influência vale tanto para coisas boas quanto para coisas ruins.

A psicanalista Silvana Rabello, professora da PUC – SP, diz que essa troca de experiências entre irmãos é normal e esperada. “Mesmo os que não são amigos, desde que vivam no mesmo ambiente, influenciam um ao outro”, diz. Para fazer com que a relação entre eles seja positiva, porém, ela sugere que os pais fiquem sempre atentos aos possíveis conflitos e busquem ajuda para administrá-los, se for o caso. “Comparações, por exemplo, só aumentam a rivalidade e o ciúme.”   Mas e os filhos únicos, ao perder esse tipo de relacionamento, vão ficar para trás? “Obviamente que não”, diz Silvana. “Do contrário, pessoas com muitos irmãos seriam obrigatoriamente mais felizes.” Para a psicanalista, uma saída é oferecer uma vida rica em relações humanas, o que significa incentivar as amizades da criança dentro e fora da família. Pois é assim, como reforça a pesquisa norte-americana, que aprendemos e crescemos.

Sustentabilidade, sociedade e educação…

Atualmente a educação tem por objetivo desenvolver na criança a capacidade resolver problemas, por meio da aplicação dos conteúdos aprendidos e esse processo é mediado pelo professor.  Alem de aprender conceitos, na escola a criança aprende a ser cidadã. Não podemos deixar de trabalhar a educação para a sustentabilidade junto com as crianças. O desenvolvimento sustentável deve ser estimulado na formação delas. O significado de desenvolvimento não deve passar pela idéia de que o progresso chega quando o homem “domina” a natureza, mas que o homem pode conviver com a natureza. Não basta esta idéia aparecer em discursos sem significado, na rotina escolar desde a separação de embalagens na hora do lanche e na elaboração de materiais pedagógicos devemos nos posicionar de forma consciente. A sustentabilidade é meta difícil, porém não impossível de se atingir. É o grande desafio do nosso tempo: criar comunidades sustentáveis, isto é, ambientes sociais e culturais onde podemos satisfazer as nossas necessidades e aspirações sem diminuir as chances das gerações futuras.