Brincando fora de casa…

Qualquer brincadeira faz bem, sempre. Mas estar ao ar livre traz para as crianças experiências bem diferentes daquelas encontradas em casa. Eles ficam expostos a uma quantidade muito maior de estímulos importantes para o desenvolvimento neurológico, psicológico e motor. São coisas que eles não conhecem, pessoas diferentes, situações mais imprevisíveis e interessantes. 
Estar em ambientes externos é fundamental para a criança desenvolver noções de tempo, espaço e se relacionar melhor com o peso e a força do próprio corpo. Ela pode correr, pular, coisas que não são possíveis dentro das casas e apartamentos cada vez menores de hoje. Continue lendo

Doce infância !!!!

Você já prestou atenção nos olhinhos de uma criança vendo uma bolinha de sabão se formar? E quando ela estoura, então? É única a expressão em seus rostinhos. Brincar de esconde-esconde pela casa, que delícia quando são encontrados. Creio que existem várias maneiras de se olhar o mundo, mas esse olhar da infância é sem dúvida especial. Sempre que der, que seja trinta minutinhos do dia, temos que nos dar esses momentos com nossos filhos … Temos que ir bem la no fundinho de nosso interior buscando a criança que esta dentro de nós. Eles precisam e merecem, e nós também …

Seu bebê já percebe o mundo mesmo dentro de você…

Nos ultimos anos,mudaram muito os conceitos e teorias sobre o desenvolvimento da personalidade do feto e do recém-nascido.Tudo isso graças a chegada dos exames de ultra-som,microscopia eletrônica,desenvolvimento de fotografias intra-ulterinas e de observações que mostram que o bebê,dentro do ultero materno,já é um pequeno ser humano,desde a formação de suas células.O feto responde a estimulos sonoros ao escutar musicas tranquilas acalmando-se e quando a musica é agitada,fica inquieto. Os estudos tambem mostraram diferentes personalidades em gêmeos. Concluiram que o feto começa a perceber que ja é um individuo no sexto mês de gestação e não apenas um ser que age por reflexo,mas um ser que pensa, assim como você… Procure conversar bastante com ele e já deixar bem claro que estão juntos, e que você o ama muito…

A emoções da gestação !!!

Logo no início da gestação, a futura mamãe já tem uma certeza: conviver com a complicada gangorra de emoções que caracterizam a gestação.
Num dia acorda bem, feliz, e acha o máximo aquela “barriguinha”. No outro, não quer nem olhar para o espelho e enfrenta um insuportável mau humor.
Pois é… a gravidez não é tão rósea como te contaram. Existem todas as mudanças físicas, associadas aos hormônios, bem como a insegurança e a ansiedade, sentimentos que sempre acompanham as situações novas.
Gestar é lidar com algo completamente novo, desconhecido, a mulher fica naturalmente mais sensível, apreensiva e até chorosa.
Uma gestação dura 4 trimestres. Isso mesmo, 1 ano inteirinho! São 9 meses com o bebê dentro da barriga e 3 com ele no colo.
DICAS PARA ESSES MESES :
.Nos momentos mais difíceis, respire fundo, beba um copo de água e lembre-se que é uma fase transitória, quer dizer, que logo passa.
.Não guarde as dúvidas e medos só para si, divida com seu médico, amigas e seu companheiro.
.Procure um bom curso para gestantes e uma atividade física como hidroginástica, yoga ou relaxamento.
.Reserve alguns minutos diários para cuidar de si mesmo e do seu corpo.

Pedalando em família…

Andar de bicicleta vai além do esporte em si, ajuda a manter a saúde além de criar um vinculo entre pais e filhos. E a magrela de hoje não é a mesma da nossa infância. Tem muito mais além das duas rodas e o guidão.                     
Você pode escolher entre as mountain bikes (mais versáteis porque encaram terrenos de terra, asfalto e subidas acentuadas), de passeio (para pedaladas leves em terrenos planos, mais confortáveis por conta do guidão alto e banco largo) e as speeds (para quem tem experiência em ciclismo e pretende guiar em velocidade). E como tem acessórios: além dos indispensáveis capacete e da garrafinha de água (recomenda-se beber meio litro a cada meia hora de pedalada), há o bagageiro, para o lanche do piquenique, e o pisca-pisca traseiro, para quem trafega entre carros, as luvas e o farol – sem falar na cadeirinha para crianças, que os pais de crianças pecorruchas adoram. O que conta é ensinar e incentivar as crianças a terem uma vida mais ativa. As crianças precisam ser ativas e devem aprender na infância como permanecer saudável. Incentivá-los andar a pé ou de bicicleta é uma grande oportunidade para ajudar a conseguir isso. Sem contar o quanto é gostoso fazer qualquer atividade em família…

Ciúmes do irmão mais novo…

Até outro dia, ele era o rei da casa: não precisava dividir o quarto, os brinquedos ou o tempo dos pais com ninguém. Com a chegada do irmãozinho, porém, o mais velho é destronado e perde um pouco a posição especial. O ciúme do irmão mais novo pode acontecer em todos as idades, mas quando a criança tem de 2 a 3 anos, pode ser ainda mais complicado: o mundo dela ainda gira bastante em torno dos pais. É comum que se torne insegura, manhosa. Pode até acontecer de ela voltar a querer a mamadeira ou a fazer xixi na cama, como um bebê. Se o problema é disputar atenção, como lidar com o ciúme? O essencial é mostrar para a criança que ela continua importante. O trabalho pode começar antes mesmo de o irmão nascer. Peça ajuda para escolher o enxoval, os brinquedos novos, incentive a criança a conversar com a barriga. Com o bebê já nascido, tente reservar uma parte do dia para o mais velho. Faça as coisas de que ele gosta, brinque, converse, veja o que ele está achando de tudo aquilo. Se puder, saia com ele um pouco. Peça ajuda para cuidar do recém-nascido também: assim, a criança se sente parte da história. Uma história que está apenas começando e que tem tudo pra ser linda e cheia de cumplicidade…

Atitudes otimistas fazem a diferença…

Essa gravidinha linda, esta esperando seu segundo filho,  e naturalmente mais descolada já se deu conta que as atitudes otimistas e a prevenção de problemas fazem toda a diferença no desenvolvimento emocional da gestante.

Primeiro são os hormônios. Antes equilibrados, passam a ser produzidos em escalas industriais. Até o organismo se ajustar novamente (o que só ocorre depois do parto ), quem padece é o cérebro, que entende tudo como uma grande crise.

Depois, chegam as mudanças físicas: a barriga cresce, os movimentos ficam mais lentos e somos obrigadas a reavaliar nosso cotidiano. Enquanto isso, a cabeça está a mil, com a expectativa da chegada do bebê.

Não é à toa que temos a sensação de enlouquecer um pouco na gravidez. Se não dá para manter os sentimentos sob controle, pelos menos é possível se organizar, prevenir problemas e adotar atitudes otimistas. A ideia não é diminuir as emoções — de jeito nenhum !

Mas vivê-las de uma forma mais feliz e saudável.

 

 

 

Convivência entre irmãos …

Os pais tentam dar bons exemplos para garantir que seus filhos sejam adultos educados e felizes. Também se preocupam com as interferências de fora da família, como o que as crianças aprendem na escola e com os amigos. Um novo estudo reforça, porém, algo que eles já suspeitavam: a influência dos irmãos é tão importante quanto a dos pais.

Por conviver nos mesmos ambientes, os irmãos acabam influenciando em situações do dia a dia, dizem os pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, que realizou o estudo. Enquanto os pais transmitem os valores, é com o irmão que uma criança tem mais chances de aprender, por exemplo, a ser mais popular na escola. Outra característica relevante é a idade. Caçula, irmão do meio ou primogênito, tanto faz: todos aprendem uns com os outros. O único problema é que a influência vale tanto para coisas boas quanto para coisas ruins.

A psicanalista Silvana Rabello, professora da PUC – SP, diz que essa troca de experiências entre irmãos é normal e esperada. “Mesmo os que não são amigos, desde que vivam no mesmo ambiente, influenciam um ao outro”, diz. Para fazer com que a relação entre eles seja positiva, porém, ela sugere que os pais fiquem sempre atentos aos possíveis conflitos e busquem ajuda para administrá-los, se for o caso. “Comparações, por exemplo, só aumentam a rivalidade e o ciúme.”   Mas e os filhos únicos, ao perder esse tipo de relacionamento, vão ficar para trás? “Obviamente que não”, diz Silvana. “Do contrário, pessoas com muitos irmãos seriam obrigatoriamente mais felizes.” Para a psicanalista, uma saída é oferecer uma vida rica em relações humanas, o que significa incentivar as amizades da criança dentro e fora da família. Pois é assim, como reforça a pesquisa norte-americana, que aprendemos e crescemos.

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