O papel do pai na gestação

 O papel do pai apresenta uma importância extrema no acompanhamento da mãe durante a gravidez e depois do nascimento do bebê. É fundamental, sempre que possível, o acompanhamento de todas as consultas e exames da mãe, bem como a frequência de cursos de preparação para o nascimento.  Estes ajudam no esclarecimento de dúvidas, na adaptação à nova situação e no ensino da preparação para o nascimento propriamente dito.  Uma outra dificuldade com que o pai se depara é com o aumento de sensibilidade da mãe, com a possibilidade de crises de choro, com a instabilidade emocional e com uma maior necessidade de proteção. Neste sentido, é ideal que as manifestações de afecto sejam recíprocas, pois o pai também sente necessidade de afecto e de compreensão. Por vezes a presença frequente do pai é difícil de cumprir, mas o toque na barriga da mãe ao chegar a casa, o falar para ela com um tom de voz terno e tranquilo, são importantes de tal forma que o bebé, depois de nascer, reconhece a voz do pai e transmite emoções positivas nessa situação. 

Converse com seu bebê ainda na barriga

Uma relação saudável de afetividade  entre pais e  filhos começa antes do nascimento. Os vínculos que os pais criam com seus filhos mesmo dentro da barriga da mamãe são de extrema importância para seu desenvolvimento e os benefícios vão acompanha-lo por toda a vida, pois o tornará uma pessoa mais segura. Desde os primeiros meses o  bebê já pode ouvir o que  acontece no mundo lá fora. Por isso o papai e a mamãe já podem começar cantando e conversando com o filho.  Exames mostram que o bebê ainda na barriga relaxa ao ouvir sons de músicas, então evite músicas muito agitadas. A voz dos pais também é reconhecida e reconfortará o bebê quando ele nascer, pois ele se lembrará. As vantagens desse relacionamento de carinho e afeto beneficiarão a adolescência dessa criança, elevando a sua auto-estima, fazendo com que o adolescente consiga passar por essa fase sem maiores transtornos, crescendo seguro e com mais auto-confiança.

Beleza na gestação

Quando a mulher descobre que está grávida, duas heroínas passam a povoar o inconsciente das mulheres. Uma é a Virgem Maria, símbolo da abnegação e pureza da maternidade. A outra é Eva, fêmea tão sensual que fez o primeiro homem da Criação perder a cabeça. Até pouco tempo atrás, a imensa maioria das mulheres grávidas era vista como Maria. Ou seja, deixava aflorar o lado mãe, rechaçando completamente sua porção “fêmea”. Hoje, as coisas estão mudando. As barrigudinhas não abandonaram o seu ar angelical mas também não dispensaram o direito de continuar sendo vistas – mais do que nunca – como mulheres completas. Querem ser Evas. Hoje, a mulher abandonou os famosos “modelitos” próprios para gestantes: com babadinhos e fitinhas cor-de-rosa, completamente não-femininos. E adotou um visual mais “clean”: com roupas sensuais e até ousadas. A mulher sabe que a barriga é o espaço do bebê, mas pode e deve ser uma barriga bonita. As suas formas permitem até o uso de mini blusa e biquínis. Para conservar-se bela durante todo o período de “espera”, valem algumas regras: nunca fazer regime durante os 9 meses, esquecer o conceito de “comer por dois” e, principalmente, fazer uma alimentação equilibrada com 6 pequenas refeições diárias e muita água. Em termos estéticos, nem é preciso lembrar que a gula durante a gravidez é o detonador de transtornos como flacidez no busto, inchaço nas pernas, varizes, estrias e celulite. De acordo com especialistas, o ganho de peso durante a gravidez deve flutuar entre 4 e 10 quilos. Para se ter uma idéia, um bebê considerado grande representa apenas 3,5 quilos dentro da “engrenagem” da gestação. Continue lendo

Mudança de humor na gestação

Pela manhã, a alegria impera na casa de uma gestante, que acorda e faz um lindo café da manhã para o marido que vai trabalhar. No meio da tarde, a futura mamãe chora compulsivamente ao ver um comercial de bebê. Já pela noite, a mamãe grávida discute de maneira irritada com o papai por causa da cor do berço do bebê. Um dos grandes vilões por essas oscilações bruscas de humor na gestante são as mudanças hormonais. A grande maioria das mulheres conhece as alterações que o corpo e o humor sofrem com a TPM (tensão pré-mestrual). O ovário antes da menstruação produz dois hormônios responsáveis pela preparação do corpo para receber um bebê: a progesterona e o estrogênio. Quando o óvulo não é fecundado, acontece a menstruação, mas a produção desses hormônios é o bastante para causar as irritações, sensibilidades e choros da “famosa” TPM, que passa quando acontece a menstruação e os hormônios voltam para a sua taxa de normalidade. Continue lendo

Momento mágico para toda mulher…

Oi gente!! Essa é a Pricila, uma gravidinha super fofa que fotografei no oitavo mês de sua segunda gestação. Preparadissima para as mudanças naturais que ocorrem nesse período tão importante em nossa vida. Primeiro são os hormônios, antes equilibrados, passam a ser produzidos em escalas industriais. Até o organismo se ajustar novamente, o que só ocorre depois do parto e quem padece é o cérebro, que entende tudo como uma grande crise.
Depois, chegam as mudanças físicas: a barriga cresce, os movimentos ficam mais lentos e somos obrigadas a reavaliar nosso cotidiano. Enquanto isso, a cabeça está a mil, com a expectativa da chegada do bebê. Não é à toa que temos a sensação de enlouquecer um pouco na gravidez.  Se não dá para manter os sentimentos sob controle, pelos menos é possível se organizar, prevenir problemas e adotar atitudes otimistas. A ideia não é diminuir as emoções de jeito nenhum! Mas vivê-las de uma forma mais feliz e saudável. Amei eternizar esse fato tão especial da Pricila…