Fique atento ao consumismo infantil exagerado

Ninguém nasce consumista.

O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou umas das características culturais mais marcantes da sociedade atual.

Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconseqüente.

As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras.

Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral. As crianças sentem-se mais atraídas por produtos e serviços que sejam associados a personagens famosos, brindes, jogos e embalagens chamativas.

A opinião dos amigos também foi identificada como uma forte influência. Não é por acaso que o consumismo está relacionado à idéia de devorar, destruir e extinguir. Se agora, tragédias naturais, como queimadas, furacões, inundações gigantescas, enchentes e períodos prolongados de seca, são muito mais comuns e freqüentes, foi porque a exploração irresponsável do meio ambiente prevaleceu ao longo de décadas.

Vamos ficar mais atentos de como estamos direcionando nossa idéia de consumismo pois somos exemplo pra essa galerinha…

A importância da interação mãe e filho

 É real que a criança precisa de atenção que vai além dos cuidados diários de dar banho ou amamentar, por exemplo. Os pequenos precisam ser supridos de carinho e contato, através de uma brincadeira e música. Para isso, é preciso estar presente. Exagerar na dose também não é bom, o equilíbrio é sempre a boa medida. Porém, o que eu vejo com mais freqüência, é interação de menos. Chamo isso de terceirização da maternidade. O problema são os reflexos dessa falta de assistência materna.

O carinho, os abraços e beijos, tem grande reflexo na fase adulta e os bebes que recebem essa atenção através da interação entre mãe e filho, são menos estressados, menos ansiosos, e tem mais saúde emocional que os outros que não recebem essa interação. Minha dica é que mesmo depois de um dia cheio vale a pena atrasar um pouquinho a hora do jantar, pegar seu filho no colo e se entregar.

O papel do pai na gestação

 O papel do pai apresenta uma importância extrema no acompanhamento da mãe durante a gravidez e depois do nascimento do bebê. É fundamental, sempre que possível, o acompanhamento de todas as consultas e exames da mãe, bem como a frequência de cursos de preparação para o nascimento.  Estes ajudam no esclarecimento de dúvidas, na adaptação à nova situação e no ensino da preparação para o nascimento propriamente dito.  Uma outra dificuldade com que o pai se depara é com o aumento de sensibilidade da mãe, com a possibilidade de crises de choro, com a instabilidade emocional e com uma maior necessidade de proteção. Neste sentido, é ideal que as manifestações de afecto sejam recíprocas, pois o pai também sente necessidade de afecto e de compreensão. Por vezes a presença frequente do pai é difícil de cumprir, mas o toque na barriga da mãe ao chegar a casa, o falar para ela com um tom de voz terno e tranquilo, são importantes de tal forma que o bebé, depois de nascer, reconhece a voz do pai e transmite emoções positivas nessa situação. 

Mudança de humor na gestação

Pela manhã, a alegria impera na casa de uma gestante, que acorda e faz um lindo café da manhã para o marido que vai trabalhar. No meio da tarde, a futura mamãe chora compulsivamente ao ver um comercial de bebê. Já pela noite, a mamãe grávida discute de maneira irritada com o papai por causa da cor do berço do bebê. Um dos grandes vilões por essas oscilações bruscas de humor na gestante são as mudanças hormonais. A grande maioria das mulheres conhece as alterações que o corpo e o humor sofrem com a TPM (tensão pré-mestrual). O ovário antes da menstruação produz dois hormônios responsáveis pela preparação do corpo para receber um bebê: a progesterona e o estrogênio. Quando o óvulo não é fecundado, acontece a menstruação, mas a produção desses hormônios é o bastante para causar as irritações, sensibilidades e choros da “famosa” TPM, que passa quando acontece a menstruação e os hormônios voltam para a sua taxa de normalidade. Continue lendo